Antigos paradigmas
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Novos paradigmas
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Ensinar.
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Aprender a aprender.
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Ênfase no conteúdo, na aquisição de
conhecimentos “certos” e definidos.
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Ênfase em aprender a aprender, a fazer
boas perguntas, a estar aberto. Conhecimento sujeito a mudança.
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Aprendizagem como produto, como
destino final. Prioridade ao desempenho.
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Aprendizagem como processo.
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O papel do professor é o de transmitir
conhecimento e controlar a qualidade da absorção/retenção.
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O professor é um facilitador, um
agente de aprendizagem. Ele catalisa a aprendizagem.
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Produz-se desenvolvimento por
transferência de conhecimento.
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As pessoas crescem por si na medida em
que o seu potencial seja estimulado.
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É preciso desenvolver a base do
conhecimento das pessoas e aguçar o seu raciocínio lógico.
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É preciso potencializar a intuição, a
criatividade e a sensibilidade das pessoas.
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O objetivo é desenvolver pessoas.
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O objetivo é ajudar pessoas a se desenvolver.
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Primeiro a teoria, depois as suas
aplicações práticas. Teoria e prática nem sempre estão relacionadas.
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A prática com reflexão e envolvimento
faz gerar as teorias. Ênfase na relação da teoria com a prática.
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Os estágios de desenvolvimento
intelectual devem ser estruturados com dinâmica própria e pré-fixada.
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A mente humana é capaz de saltos inesperados.
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As pessoas têm que adequar-se ao
sistema e usar raciocínio lógico.
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As pessoas devem ser estimuladas à
criatividade e inovoção.
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O professor ou a instituição adota um
método próprio de ensino.
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O professor estimula o aluno a
verificar o seu próprio estilo de aprendizagem.
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Ênfase no raciocínio analítico-linear,
baseado em “conhecimentos de livros”. Teoria
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Ênfase na racionalidade somada à
intuição. Teoria é complemento resultante de experiências/vivências.
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A educação é uma fase da vida que se
encerra com a formatura. Destina-se a preparar pessoas para desenvolver
papeis específicos.
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A educação é continuada, permanente,
relacionada apenas tangencialmente à escola. A velocidade do progresso científico
exige educação permanente.
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Só se aprende quando somos jovens.
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A aprendizagem faz-se em qualquer
idade.
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A estrutura do currículo é rígida, prescritiva,
burocrática, fechada a inputs da
comunidade.
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A estrutura do currículo é flexível,
tanto em conteúdo como em metodologias. Encorajado por inputs da comunidade.
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O professor proporciona conhecimentos,
caminhos de “mão única”. O professor é dono do conhecimento.
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O professor também aprende durante o
processo; caminho de “mão dupla. O professor é parceiro na aprendizagem.
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Salas de aula projetadas para
eficiência e conveniência. Ênfase na tecnologia.
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Preocupação com a criação do ambiente
para a aprendizagem. Ênfase nas relações humanas professor-aluno.
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Autoritariasmo.
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Parceria, liberalismo.
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Este blogue é o início de uma caminhada que tem como objectivo a partilha de conhecimentos no âmbito da unidade curricular de Tecnologias de Informação e Comunicação em Ambientes Educativos, do mestrado em Gestão de Informação e Bibliotecas Escolares.
domingo, 5 de janeiro de 2014
Novos Paradigmas - Ensino - Aprendizagem.
Eu diria que Novos Paradigmas - Ensino - Aprendizagem poderiam ser consideradas as
palavras chave de "UMA NOVA ESCOLA PARA TODOS E COM TODOS".
Nesta tabela o Professor Doutor Gilberto Teixeira (FEA/USP )
compara antigos e novos paradigmas do ensino aprendizagem.
"The Machine is Us/ing Us", de Michael Wesch.
Este pequeno filme deixa no ar algumas
questões:
São os seres humanos que controlam a “máquina” que não é mais que a
internet?
Os seres humanos são apenas instrumentos para a sua evolução?
A sua complexidade
pode atingir níveis perigosos?
Nós alimentamos a “máquina”, inserindo
continuamente dados, textos, filmes, imagens, informação de todo o tipo. Ao
armazenar mais e mais conhecimento, o sistema altera-se e torna-se cada vez
mais complexo. Corremos o risco de começar a depender da máquina que nós
alimentamos. A partir de certo nível, a complexidade é tanta que começa a
surgir um novo tipo de analfabetismo: O analfabetismo tecnológico.
E recomeça tudo de início.
Para nos
integrar temos que aprender, temos que aprender a aprender e temos que perceber
que essa aprendizagem nunca terá fim.
http://www.youtube.com/watch?v=NLlGop... quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Tom Chatfield
A "LeYa"veio à Escola no âmbito da Feira do Livro que a Biblioteca Escolar organiza todos os anos. Nesta pequena livraria disponibilizada até ao dia 6 de dezembro para a comunidade escolar encontrei "livros que nos fazem pensar". Partilho este por achar que tem interesse para o tema em discussão.
http://missprcreative.wordpress.com/2013/06/03/tomchatfieldbook/
http://missprcreative.wordpress.com/2013/06/03/tomchatfieldbook/
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
A utilização das TIC na aprendizagem!
Após uma leitura crítica dos
comentários trocados no fórum 1 e da pesquisa realizada durante este desafio
deixo este pequeno texto que retrata a minha reflexão sobre o tema - "A
utilização das TIC na aprendizagem".
Todos estamos conscientes que vivemos
num mundo em que o “digital” se instalou, está connosco em todo o lugar, a toda
a hora. Como não podia deixar de ser também nas escolas os computadores fazem
parte do quotidiano das nossas aulas e salas. Hoje, a inclusão do computador no
ambiente educativo é uma imposição.
No entanto, segundo Luís Borges
Gouveia, o importante não são os
computadores mas sim o que nós fazemos com eles ou ainda segundo José
Pacheco e Alda Pereira (citando Gros): só "quando o computador se tornar
invisível nos cenários educativos, quando for transparente para os seus
utilizadores, ele poderá fazer parte da cultura escolar e a sua apropriação
será efetiva por parte dos seus utilizadores".
"O
sucesso da utilização das tecnologias na educação é fundamentalmente
pedagógica", como refere Alda Pereira. O
desenvolvimento das novas tecnologias não diminui em nada o papel do Professor,
antes o modifica profundamente, constituindo uma oportunidade que deve ser
plenamente aproveitada. Certamente que o Professor já não pode, numa sociedade
de informação e de conhecimento, limitar-se a ser difusor do saber. Avocará
outras funções, nomeadamente, promover a pesquisa e a colaboração
multidisciplinar. Terá um papel fundamental no incentivo dos alunos para a
interacção e o debate de ideias, propondo-lhe trabalhos e críticas reflexivas,
promovendo simultaneidade de papéis. A atenção do professor terá que se centrar
no despertar do aluno, tornando-o atento ao que o rodeia, para que esteja
preparado para novas situações, imediatas ou futuras. Torna-se parceiro de um
saber coletivo que lhe compete organizar
Sendo assim, o Professor deixa de se
apresentar como o núcleo do conhecimento para se tornar um otimizador desse
mesmo conhecimento e saber, convertendo-se num:
-
Organizador do saber;
-
Fornecedor de meios e recursos de aprendizagem;
-
Estimulador do diálogo, da reflexão e da participação crítica.
Neste domínio, como em tudo o que
implica mudança não existem fórmulas milagrosas. Para além da inclusão de
tecnologia como suporte à transmissão de conhecimentos, não pode ser esquecido
o elemento cognitivo comportamental dos alunos, havendo por isso a necessidade
de uma reestruturação dos modelos pedagógicos, que deve começar por incluir, na
formação inicial de professores, conceitos, métodos e técnicas que os habilitem
para este novo desafio.
Por sua vez, o papel do aluno também se
altera perante o aumento exponencial das hipóteses de pesquisa. As Tecnologias
da Informação puseram à sua mercê inúmeras fontes de informação, mas há que
saber pesquisar, procurar e, ainda mais importante, saber gerir a informação
que é recebida. O diálogo com o professor é fundamental e insubstituível.
Com este novo modelo de aprendizagem
tenta-se dar ao aluno um papel diferente, mais interventivo, gerador de
conhecimentos com a informação que ele próprio obtém, mas sempre orientado e
motivado pelo professor.
O sistema de ensino baseado neste
modelo tenderá a estimular a criatividade e a dinâmica da aprendizagem na sala
de aula e fora dela, esperando-se resultados cada vez melhores.
A performance dos alunos no intercâmbio
de informações é de especial importância, seja com os professores e/ou com os
seus pares.
Estas alterações não são mais que o
acompanhar das transformações sociais.
Robert Branson na sua obra “paradigma”
fala deste novo processo de ensino - aprendizagem baseando-se na alteração dos
papéis e das competências do docente e do discente alterando-se assim o
paradigma da educação: o professor
deixará de ser o detentor do conhecimento e o aluno apenas o recetor.
Será o uso das novas tecnologias que
irá alterar a forma de ensinar?
Será que pode ser um recurso base para
essa alteração?
Ficam aqui estas dúvidas mas uma
certeza todos nós temos – PARA ALTERAR O PARADIGMA DA EDUCAÇÃO É NECESSÁRIO QUE
TODOS OS QUE FAZEM PARTE DO PROCESSO TENHAM FORMAÇÃO ADEQUADA E VONTADE,
vontade de aprender, vontade de ensinar, vontade de mudar…
Maria Jesus
Pereira
domingo, 17 de novembro de 2013
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